terça-feira, 7 de agosto de 2012

Viver em Comunidade de irmãos

Como deveis estar cientes, ao abraçar-mos as comunidades .Deus dá-nos irmãos, e irmãs esses , que fazem parte da comunidade a qual todos nós, lhes devemos, prestar amor caridade, e também fraternidade, entre ambos. Mas ,nós cá fora, temos os irmãos biológicos , esses ninguém lhe poderá ,tirar o seu lugar próprio . Mas, falando nos irmãos da comunidade, é os que rezam, connosco, ao Senhor, como sejam : as laudes , e vésperas, elas estão, em conjunto, de fraternidade, e vivem as nossas vidas, no amor religioso, na nossa oferta, a Jesus Cristo, olhamos para com grande afeição, e partilhamos, os mesmos bens. Não deve, haver discórdias, entre nós, porque nós somos seguidoras de Cristo, e tentamos ser cordatas umas, com as outras e também; quem nos procuram, por isso; Deus nos possa dar mais força, para o amar esta é a nossa fraternidade, consagrada nós ensinamos, a viver fraternalmente para Cristo, dilatando, aos de fora, o nosso amor a Deus, e á Santa Madre Igreja. Á aquelas, que o não fazem, não escolhem, bem, o caminho para Deus e vivem, insatisfeitas principalmente , então não devem, mesmo seguir a vida em comunidade. É preciso , haver renuncia, de tudo, o que temos para seguir Cristo, e seguir, os irmãos, em fraternidade com fé, que nos foi , dada ou mesmo posicionada nós amamos de coração, e humildade, todos os que vivem, mesmo em comunidade , honremos e glorificamos o Senhor e também, o exaltemos está em (1.R 23.11) Nesta circunstancia, todo o amor a Deus, é um bem para os nossos irmãos, que comungam as nossas ideias, pessoais, e também as nossas orações em conjunto.

sábado, 4 de agosto de 2012

Votos na Vida Religiosa

Como deveis saber, a vida religiosa tem vários votos . Cá fora não se compreendem, muito bem, e faz-nos espécie os votos ou mesmo; a maneira como se qualificam, vejamos obediência: o que vem a ser? Pois, obedecer lá dentro, é como escutar a voz de Cristo, pois lá se deve mesmo escutar, os superiores, e escutando os superiores nós, estamos não só a obedecer, a eles, como a Cristo que é o principal, testemunho, aquém devemos, cumprimento, das nossas acções, de religiosas. Aqui, está o sentido, da obediência, que é diferente, de tudo, o que nós pensamos, ou até idealizamos . Na vida religiosa, a obediência, torna-se dinâmica a caminharmos, para Cristo. Todas as congregações, e ordens, tem estes votos, muito, aprofundados , e que se torna por assim, dizer caminhos para Cristo, nenhuma ordem , pode olvidar estes votos, tem que ser levados , muito a sério e pensar, antes de haver ,um compromisso, para o que foi chamado. Mas, temos que ver o seguinte: nenhuma religiosa é obrigada, a seguir, ela, pode rejeitar a ordem e sair . Deus não obriga ninguém a segui-lo , pois; segue quem quer, e quem o deseja mesmo. Não pensarmos, nós que por terem, saído, não são realmente salvas, isso seria mesmo um contra-senso, assim o pensarmos todos nós somos salvos e todos, nós caminhamos, uns; caminham dentro da própria ordem, outros, como itinerantes fazendo, seu apostolado, sobre a dita evangelização

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Nosso dia a dia

O maior desejo, que nós temos é sim um período, de excelente manifestação, em tudo o que nós, desejamos nossos projectos, e até mesmo nossas ambições, bem ;tudo o que Deus nos poderá sim concretizar . Mas ,temos que compreender, que nem tudo estará mesmo presente aos nossos, objectivos ou porque temos certo, medo, que tal se possa sugerir, ou até os anseios que vos declaro, das nossas próprias ambições . Mas a nossa persistência, será para nós uma das maiores qualidades, e a qual, deve ser uma qualidade, que temos dentro de nós, é sermos compreensivos , para com os que sofrem e com ajuda de Deus nos tornamos triunfantes , por termos sido úteis , no nosso dia a dia a quem mais precisou de nós , são momentos, que não devemos desanimar e pedir a Deus que nos de mais força ainda , para estarmos presentes no sofrimento, de quem padece

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Temos ideias de história temos ideias de fé

Sabemos, que a fé não pode fugir aos seus ideais , concretos da história, na qual os homens tentam, ter as suas próprias convicções pois; são desafios e também respostas, concretas e até ideais . Se nos interiorizarmos, e lermos bem a Bíblia, temos, nela enxertos , históricos como também , enxertos de fé. Vamos , ao fundo da questão: e devemos compreender , que os milagres , são propriamente a transformação da nossa própria libertação, mas por outro lado, todos nós , nos sentirmos com ,elocuções teológicos quer isto dizer: que tudo, o que se idealiza por fé, são também vínculos teológicos e dogmáticos. Ser um cristão, de fé, será sim; uma definição, de grande realidade, sendo ela concreta, e carregada de sofrimentos e também de dores. Somos na realidade, os tais injustificados , os pobres simples, das humildes e até de operários sendo favela dos e bem condenados á terra , vejamos: (1ºCorl 1, 17 .19 25 30)

domingo, 15 de abril de 2012

Como é reflectida a vida consagrada






A nossa autenticidade, esta reflectida na nossa consagração, religiosa . Como ,fazer as nossas próprias , orações e também, os nossos desabafos que, tanto tememos para com Deus?
Temos, que começar , a dispor o nosso tempo, para a meditação, e para a reconciliação, com Cristo .
A vida, espiritual, tem que fazer síntese, das nossas orações , mas pensarmos bem, que o problema , do consagrado, não esta em rezar muito, mas sim; em saber meditar
Sabemos :que a oração, é um acto altamente , vital exigindo fé onde brota o amor . Rezamos , quando trabalhamos, mesmo que essa oração, seja interior , e que ai a nossa inserção, seja para Cristo, e onde se poderá ser transfigurado, e bem assumido ,tudo o que nos converge,é sim a glória, o louvor do Pai e também, o culto em adoração, ao Santíssimo, não devemos separar, as dividas nem sermos altamente , mutilados á oração, pois, a oração; vem brotar da nossa vida , existencial, e também, ela é considerada como real, sendo acompanhada, por o sopro do Divino Espírito Santo .
Toda , esta realidade, é apresentada nas nossas orações assim; como nos nossos louvores de Graças, ao Pai Misericordioso